Monthly Archives: March 2013

27 de Março – Dia do Circo

Comemora-se o Dia do Circo em 27 de março, numa homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo.

Considerado por todos que o assistiram como um grande palhaço, se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Seus contemporâneos diziam que ele era o pai de todos os que, de cara pintada e colarinho alto, sabiam fazer o povo rir.

Carequinha, “o palhaço mais conhecido do Brasil” – ele mesmo se intitula assim – diz que os melhores palhaços que ele conheceu na vida foram Piolin, Arrelia e Chicarrão. Essa notoriedade de George Savalla Gomes, seu verdadeiro nome, se deve muito à TV. Comandou programas de televisão, gravou vários discos, e soube tirar dessa mídia o melhor proveito. A TV, para ele, não acabou nem vai acabar nunca com o circo. Segundo Carequinha, o circo é imortal.

Denominado o “Rei dos Palhaços“, o senhor Abelardo Pinto morreu em 1973 e era conhecido no meio circense e no Brasil como o palhaço Piolin (era magro feito um barbante e daí a origem do apelido). Como Carequinha, Piolin trabalhou em circo desde sempre. Admirado pela intelectualidade brasileira, participou ativamente de vários movimentos artísticos, entre eles, a Semana de Arte Moderna de 1922.

“O circo não tem futuro, mas nós, ligados a ele, temos que batalhar para essa instituição não perecer” Frase dita por Piolin, pouco antes de morrer

 

Como surgiu o circo

É praticamente impossível determinar uma data específica de quando ou como as práticas circenses começaram. Mas pode-se apostar que elas se iniciaram na China, onde foram encontradas pinturas de 5 000 anos, com figuras de acrobatas, contorcionistas e equilibristas. Esses movimentos faziam parte dos exercícios de treinamento dos guerreiros e, aos poucos, a esses movimentos foram acrescentadas a graça e a harmonia.

Conta-se ainda que no ano 108 a.C aconteceu uma enorme celebração para dar as boas-vindas a estrangeiros recém-chegados em terras chinesas. Na festa, houve demonstrações geniais de acrobacias. A partir de então, o imperador ordenou que sempre se realizassem eventos dessa ordem. Uma vez ao ano, pelo menos.

Também no Egito, há registros de pinturas de malabaristas. Na Índia, o contorcionismo e o salto são parte integrante dos espetáculos sagrados. Na Grécia, a contorção era uma modalidade olímpica, enquanto os sátiros já faziam o povo rir, numa espécie de precursão aos palhaços.

 

No palco da história

Por volta do ano 70 a.C, surgiu o Circo Máximo de Roma, que um incêndio destruiu totalmente, causando grande comoção. Tempos depois, no ano 40 a.C, construíram no mesmo lugar o Coliseu, com capacidade para 87 mil pessoas. No local, havia apresentações de engolidores de fogo, gladiadores e espécies exóticas de animais.

Com a perseguição aos seguidores de Cristo, entre os anos 54 e 68 d.C, esses lugares passaram a ser usados para demonstrações de força: os cristãos eram lançados aos leões, para serem devorados diante do público.

Os artistas procuraram, então, as praças, feiras ou entradas de igrejas para apresentarem às pessoas seus malabarismos e mágicas.

Ainda na Europa do século XVIII, grupos de saltimbancos se exibiam na França, Espanha, Inglaterra, mostrando suas habilidades em simulações de combates e na equitação.

 

O circo moderno

A estrutura do circo como o conhecemos hoje teve sua origem em Londres, na Inglaterra. Trata-se do Astley’s Amphitheatre, inaugurado em 1770, pelo oficial inglês da Cavalaria Britânica, Philip Astley.

O anfiteatro tinha um picadeiro com uma arquibancada próxima e sua atração principal era um espetáculo com cavalos. O oficial percebeu, no entanto, que só aquela atração de cunho militar não segurava o público e passou a incrementá-la com saltimbancos, equilibristas e palhaços.

O palhaço do lugar era um soldado, que entrava montado ao contrário e fazia mil peripécias. O sucesso foi tanto, que adaptaram novas situações.

Era o próprio oficial Astley quem apresentava o show, vindo daí a figura do mestre de cerimônias.

 

Quando o circo chegou ao Brasil

No Brasil, a história do circo está muito ligada à trajetória dos ciganos em nossa terra, uma vez que, na Europa do século dezoito, eles eram perseguidos. Aqui, andando de cidade em cidade e mais à vontade em suas tendas, aproveitavam as festas religiosas para exibirem sua destreza com os cavalos e seu talento ilusionista.

Procuravam adaptar suas apresentações ao gosto do público de cada localidade e o que não agradava era imediatamente tirado do programa.

Mas o circo com suas características itinerantes aparece no Brasil no final do século XIX. Instalando-se nas periferias das cidades, visava às classes populares e tinha no palhaço o seu principal personagem. Do sucesso dessa figura dependia, geralmente, o sucesso do circo.

O palhaço brasileiro, por sua vez, adquiriu características próprias. Ao contrário do europeu, que se comunicava mais pela mímica, o brasileiro era falante, malandro, conquistador e possuía dons musicais: cantava ou tocava instrumentos.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas

 

 

“O circo é como o trem: uma coisa romântica, de uma grande ternura, do passado. É uma coisa prática para o povo. Você vai à vontade. O circo tem de ser preservado. É uma dessas coisas que jamais deveriam terminar.”  Dercy Gonçalves

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Introdutório de Dragon Dreaming em Florianópolis e Porto Alegre

Estão abertas as inscrições para os 2 (dois) Cursos Introdutórios de Dragon Dreaming – Design de Projetos

Datas 5,6 e 7 de abril de 2103 em Florianópolis.    Dragon Dreaming

Dias 10, 11 e 12 de Maio de 2013 em Porto Alegre.

 

O QUE É O DRAGON DREAMING?
Dragon Dreaming é uma forma viva e sistêmica de tornar os sonhos realidade através de projetos e organizações extraordinariamente bem sucedidos. Com o Dragon Dreaming experienciamos um aprofundamento da conexão com a Terra e uma renovação de energia para trabalharmos nossa cura individual e coletiva.

Enquanto buscamos este Eu profundo ecológico, como enfrentarmos a presente crise de nossa civilização suicida e redescobrirmos como escutar com gratidão nosso chamando interno pela vida? Todos nós estamos à beira do abismo entre quem somos e o que podemos vir a ser.
Como construir a ponte para unir estes dois lados? Precisamos liberar vitalmente o poder de nossa criatividade. Mas como isto pode acontecer? Como maximizarmos nosso potencial criativo em uma escala nunca antes tentada?

Para saber mais, e realizar a sua inscrição, clique AQUI:

Aproveite e assista essa entrevista bacana com o idealizador do Dragon Dreaming, John Croft:

Se forem atingidos o mínimo de 30 participantes, TODOS ganham 25% de desconto na inscrissão!

A motivação em organizar e promover o Curso Introdutório do Dragon Dreaming é disseminar este método de gestão que a anos vem contribuindo com projetos para um paradigma onde todos ganham.

Desta forma, esforços são juntados para facilitar as condições do curso, para que o maior número de pessoas possam dele participar.

Assim, todos ajudam na sustentabilidade do curso e ainda ganham um alívio financeiro.

Contribuir para esta campanha também é vivenciar uma das etapas mais impostantes do Dragon Dreaming: A Captação Empoderada de Recursos.

Para participar é muito simples: converse com seus familiares, vizinhos e amigos, disseminando o método e usando a técnica de captação empoderada de recursos e também para motivar mais pessoas a fazerem o curso introdutório.

Então faça já sua inscrição, angarie mais pessoas e entre no clima Dragon Dreaming!
Ficha de Inscrição:
http://institutonhandecy.wordpress.com/dragon-dreaming/

Logo após o recebimento de sua ficha de inscrição, entraremos em contato com as orientações para depósito.

Qualquer duvida ou necessidade entre em contato:
E-mail:
institutonhandecy@gmail.com

Fones: (41) 9927-3534 ou (41) 8866-6416

Confirme a sua presença no evento e convide os seus amigos!www.facebook.com/events/544546108909192

Contamos com sua participação e por amor divulgue para seus contatos.
Pelo coletivo Nhandecy,

Shivanéris Easter Festival

Bem vindos a um novo festival . . .

Dois ciclos se encontram unindo dois núcleos. Um festival materializado por boas energias que se atraíram e com o apoio do público tornaram-se festas irmãs agindo pelo propósito básico da harmonia, como o Sol, centro de sinergia. O nome surge da vontade do público em ver duas festas irmãs se unirem!

A Chidnéris e a Shiva Trance convidam a todos para compartilharem dessa fusão energética de música e cultura.

Bem vindos a SHIVANERIS Easter Festival 2013.

Shivanéris

O festival será celebrado no feriado de páscoa nos dias 28, 29, 30 e 31 de Março de 2013

. . . 3 STAGES . . .

Union Stage (mainfloor) – Pista principal dedicada ao trance e suas vertentes, com muito progressive, psytrance, goa, dark, dentre outras variedades. Abertura: 22h00 dia 28/04

Line Shivanéris 2013

 

CHIDclub (alternativa) – A já conhecida pista noturna da Chidneris reinará na pista alternativa do festival, trazendo o que tem de mais gostoso para os melhores paladares. Abertura: 20h00 dia 28/04

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SHIVAchil (chill out) – Durante o dia um stage experimental e transcendental com o nome de Shiva alimentará a imaginação dos viajantes desta incrível nave. Abertura: 08h00 dia 29/04

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E.S.T.R.U.T.U.R.A
Chuveiros e banheiros adequados na área de camping.
Áreas de sombra para afastar o calorzão, locais estratégicos.
3 Stages: Union Stage, CHIDclub e SHIVAchill.
Espaço Zen: Massagens, Workshops, Exposições e muito mais!
Kids Garden
Feira Mix
Duchas, para refrescar!
Ambulatório (não queremos usar né!?)
Praça de Alimentação com opções vegetarianas e veganas.
Acesso ao estacionamento

 

LIBERADA a entrada com bebidas alcoólicas
– Proibida a entrada com garrafas de vidro, leve sua bebida em garrafas de plástico
– Todas as garrafas de plástico com bebidas deverão conter um rótulo indicando a bebida que ela contém.

 

Excursão: Take a Trip Curitiba
130,00 podendo parcelar com saida de Curitiba   

Tratar: Tathi Sório                                      

Fone: (41) 8444-2726

 

C.O.N.V.I.T.E.S
1º Lote R$ 240,00 – Até o dia 28 de Fevereiro*
2º Lote R$ 290,00 – Até o dia 27 de Março*

Na porta estrá sujeito a disponibilidade e valor diferenciado.
*Esgotando o lote atual iniciaremos o próximo lote

 

PONTOS DE VENDA

Clique AQUI

 

ESTACIONAMENTO
Valor de R$ 60,00 com segurança 24 horas.

Descontos gradativos a partir de sábado 30/03.

 

LOCAL + MAPA

Sopé Camping – Monte Mor

Link de destino no Google Maps AQUI.

 

CO-PRODUÇÃO

Chidneris e Shivatrance

Contact Staff: Linda Farkas

 

Malabarize-se – Eu não perdi meu patinete – Pedro Castro

malabarize-se

Além de trabalho é preciso ter um propósito

uniao entre irmaosAlém de trabalho é preciso ter um propósito… Propósito ao qual deve-se incluir a realização da Paz e do Amor para com seus semelhantes, criando então uma União Fraterna Universal, onde todos somos iguais e temos os mesmos direitos, uns para com os outros.

Um mundo onde “não haja jamais cidadão de primeira ou de segunda classe… um mundo onde a cor da pele de um homem não tem maior significado do que a cor de seu olhos.” (Tribo de Jah)

Em um mundo assim, jamais existiria guerra e muito menos rumores de guerra…

 

Bem vindos ao Brasil

Bem Vindo ao Brasil

Fonte: Movimento Contra Corrupção

Só reclamar não basta

 

Futuro

Fonte: Anonymous Brasil

Assim vive o capitalismo

O capitalismo é sustentado por uma falsa ideia de criar/transformar bens naturais em bens lucrativos, mas o fato é que de lucrativo esse sistema só se aplica para alguns poucos. A ideia de lucro para todos esta profundamente maquiada no repertório da ganancia e busca de enriquecimento da grande maioria, repercutindo diretamente na criação e ampliação de linhas de pobreza que por sua vez, são ferramentas manipulatórias criadas pelo próprio capitalismo, para subsidiar mais investimentos por parte dos governos nessas áreas, investimentos que seriam desnecessários se existisse uma melhor distribuição do conhecimento, saúde e educação para todos, e se nós seres humanos tivesse-mos a plena consciência que Juntos Somos UM e separados somos o mundo de guerra, fome e miséria que a tempos vivemos.

O capitalismo nada mais é que um sistema de pirâmide, muito bem disfarçado, onde quem esta na base gananciosa, sustenta a ganancia da elite que esta no topo, apenas por buscar as mesmas metas… ou seja, a busca pelo poder e dinheiro, é o que sustenta toda a fome e miséria do mundo.

Capitalism

Dicas para incluir frutas, verduras e legumes no cardápio das crianças

O que dá mais água na boca: uma folha de alface ou uma bola de sorvete de chocolate? Adivinha o que uma criança escolheria? A opção mais calórica e engordativa. É difícil convencer os pequenos a comer verduras, legumes e frutas, mas não é impossível. Veja aqui cinco dicas do site BEBE.COM.

Crédito: Getty Images.

 

1. Leve as crianças à feira
Apresente a elas um novo mundo de cores e sabores na feira, na quitanda ou mesmo nas gôndolas de vegetais no supermercado. Peça para os pequenos tocarem as frutas e os legumes, sentirem suas texturas e seus aromas. Peça também ajuda, por exemplo, para escolher os tomates mais bonitos.

2. Capriche na apresentação das comidinhas
Na idade pré-escolar, a criança se sente atraída por apresentações curiosas dos alimentos. Por isso, decore o prato de um jeito bem divertido. Misture vegetais de diversas cores e formatos. Você pode usar, por exemplo, aquelas forminhas especiais para cortar legumes. Faça uma carinha no sanduíche.

3. Dê nome divertido aos pratos
Isso ajuda a chamar a atenção e a abrir o apetite da meninada. “Você pode anunciar que servirá borboletas enlouquecidas nas flores para colocar no prato um macarrão gravatinha com brócolis”, sugere a nutricionista Julliana Bonato, de São Paulo, em entrevista ao site BEBE.COM.

4. Inclua verduras e legumes no lanche
Além do almoço e do jantar, ofereça vegetais também no lanchinho da tarde. Que tal um minicachorro-quente que, em vez de batata palha, tenha cenoura crua ralada? Ou um hambúrguer pequeno com folhas de alface?

5. Respeite os gostos da criança
Se seu filho provou uma verdura e não gostou, prepare-a em uma próxima refeição de maneira diferente. Não desista de primeira. “Se, mesmo assim, depois de testar receitas diferentes, a criança continuar dizendo que não gosta, aí respeite”, diz Julliana. Seu filho tem o direito de adorar abóbora, mas detestar abobrinha.

 

Reportagem de Lúcia Helena de Oliveira.