Monthly Archives: May 2013

Modela-te a ti mesmo

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Sonhar é…

“Sonhar é fazer planos, viver é a coragem de realiza-los…” (Felipe Veullieme)

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Velhos Costumes

“Há poucas coisas mais difíceis na vida do que deixar para trás velhos costumes.” (James C. Hunter)

 

SUPERLUA, 23 de Junho de 2013

É mais do que uma “SUPERLUA” que irá aparecer de frente de seus olhos.

Em alguns lugares do mundo a Superlua ocorrerá no dia 22 de junho enquanto em outros ocorrerá no domingo dia 23 de junho, e isso depende de onde você estiver no globo.
A Lua estará em seu ponto mais próximo da Terra que é chamado perigeu.

Isto vai acontecer porque a lua entra em sua fase plena, criando a coincidência cósmica conhecida como SUPERLUA. Em sua plenitude e mais próxima, a lua vai aparecer cerca de 12% maior no céu

A futura lua cheia não será apenas a mais próxima, e maior lua cheia do ano, será também/talvez, o encontro mais próximo da Terra com a Lua que você já viu.

Em astronomia, chama-se super lua ou super lua cheia à ocasião na qual a lua cheia se situa a não mais de 10% do seu ponto mais próximo da Terra no percurso da sua órbita (o perigeu). Isto acontece devido à órbita lunar ser elíptica e o seu centro não coincidir com o centro da Terra. Nos referidos casos, aparenta ser maior e mais brilhante que o normal.

Fontes (Source): http://migre.me/eEXzH e CUB – Centro de Ufologia Brasileiro

Brasil: Índios resistem contra “desenvolvimento” liderado pelo Estado

O governo brasileiro faz com nossos irmão índios, o que colonizadores espanhóis fizeram com as extintas civilização Maias, baseando-se apenas em ideias e ideais etnocêntricos, onde o conhecimento, costumes e ensinamentos de outras civilizações/pessoas, são completamente desprezados.

Esse desprezo do conhecimento indígena brasileiro começou quando a primeira caravela portuguesa desembarcou em terras tupiniquins no ano de 1500.

Em 1610, o padre João Martins obteve, para os nativos, uma sesmaria, mensurada somente em 1760. O principal centro desse território era a vila de Nova Almeida, que, na data de sua demarcação, contava com 3000 habitantes. Comprovando que o processo etnocêntrico de extinção funciona, em 1997, a população indígena tupi, estava em volta de 1 386 indivíduos. No passado, falavam a língua tupi litorânea, da família Tupi-Guarani, mas, atualmente, usam apenas o português. Foram tolhidos de suas terras, o que resultou no acampamento em protesto, junto a índios guaranis do Espírito Santo, defronte ao Ministério da Justiça, reivindicando a efetivação da reserva indígena.

Em 28 de agosto de 2007, o governo demarcou as terras reivindicadas pelos tupiniquins, que ficaram acampados em área usada para a plantação de eucaliptos da empresa Aracruz Celulose.

O progresso é completamente retrogrado.

etnocentrismo - Maias X Espanhois

 

Texto por Raphael Tsavkko Garcia

A política indigenista do governo de Dilma Roussef tem sido objeto de inúmeras críticas por parte de especialistas e ativistas. Em nome do “desenvolvimento“- compreendido por construção de estradas, mineração, usinas hidrelétricas e exploração dos recursos naturais- tribos têm perdido o direito sobre terras habitadas há milênios por eles.

Acadêmicos como Idelber Avelar consideram o governo Dilma o mais retrógrado em relação aos índios desde pelo menos o fim da Ditadura Militar (1964-1985), quando centenas deles foram torturados e mortos pelo Estado. Caso dos 2 mi indígenas da tribo Waimiri-Atroari que sumiram da noite para o dia por terem ficado no caminho do “progresso” ou “milagre econômico“.

Na história recente do Brasil, a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte (UHE de Belo Monte) talvez seja o caso mais emblemático de violência contra os índios no país. No dia 2 de maio de 2013, os povos do Rio Xingu, principal rio afetado pela usina, protestaraminvadindo canteiros das obras. Dentre eles, cerca de 200 indígenas de diversas etnias,lançaram um manifesto denunciando a situação de violência a que estão sendo submetidos:

Vocês estão apontando armas na nossa cabeça. Vocês sitiam nossos territórios com soldados e caminhões de guerra. Vocês fazem o peixe desaparecer. Vocês roubam os ossos dos antigos que estão enterrados na nossa terra.

Vocês fazem isso porque tem medo de nos ouvir. De ouvir que não queremos barragem. De entender porque não queremos barragem.

Canteiro de Belo Monte ocupado em 6 de maio de 2013. Foto de Paygomuyatpu Munduruku, sob licença CC by-sa 2.0

Canteiro de Belo Monte ocupado em 6 de maio de 2013. Foto de Paygomuyatpu Munduruku, sob licença CC by-sa 2.0

Os indígenas que ocuparam Belo Monte receberam o apoio de cerca de 3 mil trabalhadores da obra, os quais denunciaram ameaças e também fizeram greves denunciando condições precárias de trabalho e alojamento, e até mesmo raptos, repressão e assassinato.

O jornalista Ruy Sposati denunciou a violência contra a imprensa no local como também criticou o empreendimento:

Não é trivial. É a expulsão de jornalistas, em plena democracia, pelo aparato policial do Estado, do sítio de construção da obra mais cara da história do Brasil…., feita com dinheiro público, com seríssimos impactos humanos e ambientais, escassa demonstração de sua utilidade inúmeras acusações de violação da lei e, neste fim de semana, a incrível novidade de jornalistas expulsos por forças policiais, em plena democracia. Cabe lembrar que Belo Monte foi inicialmente orçada em R$ 4,5 bilhões e já se encontra em quase R$ 30 bilhões.

Indígenas invadem canteiro de Belo Monte. Foto de Ruy Sposati, usada com permissão.

Indígenas invadem canteiro de Belo Monte. Foto de Ruy Sposati, usada com permissão.

No Rio de Janeiro, o espaço indígena Aldeia Maracanã foi invadido para dar lugar à área de circulação de torcedores durante a Copa do Mundo de 2014 e, futuramente, ao Museu Olímpico, empreendimento criticado por indígenas e ativistas. No dia 26 de abril de 2013, houveram mais manifestações de resitência contra a tomada da Aldeia Maracanã.

O usuário do Youtube patrickgranja publicou vídeo que mostra violência da polícia contra os manifestantes:

 

Já no Mato Grosso do Sul, indígenas Guarani-Kaiowá continuam uma batalha pelasobrevivência frente ao massacre que veem sofrendo devido aos interesses dos latifúndios do gado, cana-de-açúcar e soja na região e da ameaça de perderem terras já demarcadas por causa do lobby da bancada ruralista no Congresso.

Indígenas despejados da Aldeia Maracanã sob as ordes da presidente Dilma Rousseff, do governador do Rio Sérgio Cabral e do bilionário Eike BAtista, futuro dono do espaço. Cartum de Carlos Latuff, uso livre.

Presidente Dilma Rousseff observa indígena ser retirado à força da Aldeia Maracanã pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e pelo prefeito da cidade, Eduardo Paes, sob o olhar do mascote da Copa 2014 e do bilionário Eike Batista, dono de empresa integrante de consórcio que ganhou licitação de privatização do Maracanã. Cartum de Carlos Latuff, uso livre.

Assembleia Munduruku em Jacareacanga. Foto de Ruy Sposati, usada com permissão.Os indígenas tem se revoltado também contra a espionagem ao Movimento Xingu Vivo feita pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e contra a invasão das terras Mundurukus, no Pará, feita pela Força Nacional e Exército, a fim de analisar a viabilidade da construção de usinas hidroelétricas no Rio Tapajós, único grande rio da região sem barragens. Temendo ter suas terras alagadas e o modo de vida deles afetado, os Mundurukus buscaram o diálogo, mas foram intimidados pela força da presença policial. Eles continuam resistindo.

 

Assembleia Munduruku em Jacareacanga. Foto de Ruy Sposati, usada com permissão.

O povo Munduruku ainda denunciou que representantes do governo brasileiro faltaram à reunião marcada para o dia 25 de abril de 2013 e que a força policial estava sendo usada como instrumento de intimidação, relata o jornalista Ruy Sposati ao entrevistar Cândido Waro, presidente da Associação Pusuru, entidade representativa dos indígenas, em texto publicado no site do Conselho Indígena Missionário (CIMI):

O indígena disse que, por três dias, Jacareacanga esteve sitiada. “O governo trouxe mais de 200 policiais pra cá, o pessoal da cidade viu chegar pelo menos sete caminhões, helicóptero, avião, caminhonete, carro. Ficou igual em Itaituba [local onde teve início a Operação Tapajós]”, explica [Cândido Waro]. “E queriam que uma comissão [de lideranças indígenas] saísse da aldeia e fosse encontrar com eles na cidade, cheia de polícia. E isso a gente disse que não, foi uma decisão do nosso povo durante a assembleia de que queríamos receber o governo, mas tem que ser na nossa terra e sem policiais” [afirma Waro].

“O governo disse que estava com medo de ser atacado, e os vereadores disseram que eles pessoalmente cuidariam da segurança de todos os representantes. Mas aí eles falaram que só viriam se fosse com Força Nacional, Polícia Federal dentro da aldeia, que o Gilberto Carvalho [ ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil] falou isso pra eles” [disse Waro].

A informação de que representantes do governo brasileiro se encontraram com os indígenas foi divulgada no site oficial da Secretaria Geral da Presidência e contestada pelos Munduruku em carta aberta:

Exigimos que o governo pare de tentar nos dividir e manipular, pressionando individualmente nossas lideranças, caciques ou vereadores. Lembramos que quem responde oficialmente pelo nosso povo são as coordenações das associações Munduruku, chamadas Pusuru e Pahyhy, as entidades representativas de todas as comunidades Munduruku. […]

Também exigimos que nossos direitos constitucionais sejam garantidos, sem que sejam usados como moeda de troca. E reafirmamos: somos contra as barragens e queremos todos os nossos rios livres. E nós vamos lutar por eles.

Em abril de 2013, centenas de indígenas invadiram o Congresso Nacional buscando visibilidade para as reivindicações deles, em especial protestando contra a Proposta de Emenda à Constituição de número 215 (PEC 215), que passa o poder de demarcação das terras indígenas do Executivo para o Legislativo.

 

Fonte: União Campo, Cidade e Floresta

http://pt.globalvoicesonline.org/2013/05/10/brasil-indios-resistem-contra-desenvolvimento-liderado-pelo-estado/

Circo Fusca

Um espetáculo de circo para todos entre os afluentes e montanhas do cipó.

Fonte: TV Gambiarra

Golfinho pede ajuda a mergulhador para livra-lo de um anzol preso em sua barbatana

Um exemplo da irracionalidade do ser humano que prova a racionalidade dos animais…

 

Um mergulhador que observava peixes no mar no Havaí foi surpreendido por um golfinho que praticamente lhe pediu ajuda para que retirasse um anzol com uma linha que se encontrava espetado nele e que por certo o incomodava muito.Uma bela demonstração de uma boa relação do homem com um animal….bem racional diríamos..

 

Fonte: Pregopontocom

Mãe Natureza e seu filho

Reflita sobre suas atitudes e pelas atitudes dos demais…

Curso Gratuito: Cultura de Bolso, sobre finanças pessoais – 14 e 15 de Maio

O SESC Paço da Liberdade e a KaminskiAvalcaConsultoria Empresarial oferecem gratuitamenteo curso Cultura de Bolso, sobre finanças pessoais!

Contrariando Paulinho da Viola, dinheiro na mão até pode ser vendaval, mas não depois do curso Cultura de Bolso.

Como está sua situação financeira? Já alcançou a independência financeira? Consegue fazer sobrar dinheiro no final do mês? Investe este dinheiro de forma consciente para aumentar sua riqueza?

Se você respondeu NÃO a alguma destas perguntas, provavelmente o Cultura de Bolso seja ideal para você.


Data: 14 e 15/05

Horário: 19 – 21:45h (5:30 horas de curso)

Quanto: Gratuito

Local: Sesc Paço da Liberdade – Praça Generoso Marques, 189 – Mapa

Informações: (41) 3234-4200 | contato@abrindoportas.com

 

Assuntos abordados:

– Sociedade Consumista
– Inteligência financeira
– Fatores que acabam com nosso dinheiro
– Fugindo das dívidas
– Calculando juros
– Ficando rico
– Diferença entre pessoas de mentalidade pobre e de mentalidade rica
– Investimentos – Fazendo o dinheiro trabalhar
– Planejamento familiar
– Controle dos gastos
– Consumo consciente
– Serão disponibilizadas ferramentas e planilhas financeiras para auxiliar no seu controle

 

Participe e comece a melhorar sua saúde financeira! E que tal convidar seus familiares para que, em conjunto, comecem a multiplicar o dinheiro?!

 

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Insanidade – Albert Einstein

Todos os erros do passado se fazem presentes na vida presente e ainda persistes em errar?

Não estamos entrando em mais um caso de redundância!?

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