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IMO vs FIFA

Existe uma inversão de valores plenamente ditado pelo consumismo capitalista.

Seremos sede da Olimpíada Internacional de Matemática em 2017, mas não se iludam, nenhum investimento extra será feito na educação do país, pelo menos não por esse motivo.

Já participamos de 33 Olimpíadas Internacionais de Matemática(IMO), conseguimos 9 medalhas de ouro, 27 medalhas de prata, 65 medalhas de bronze e 26 menções honrosas. Aposto que pouquíssimos sabem disso. Os estudantes que participam dessas olimpíadas geralmente tiram dinheiro do próprio bolso, porque é muito difícil conseguir patrocínio do governo.

Infelizmente, as mentes brilhantes desse país não são valorizadas…
Fonte:
http://www.imo-official.org/country_info.aspx?code=BRA

Já para a copa do mundo de 2014, do senhor Joseph Blatter, “investiu-se” até o presente momento, R$ 26,5 bilhões. A cifra é R$ 2,7 bilhões maior que o previsto no primeiro balanço orçamentário da União, de janeiro de 2011, e vai aumentar. Para o governo federal, essa conta ainda não está fechada. Questionado o Ministério do Esporte informou que a previsão é que os investimentos para o Mundial alcancem R$ 33 bilhões, isso se as obras não atrasarem ainda mais, pois dai entrarão as licitações extraordinárias, onde não importa o valor e sim a conclusão dos estádios e não seria de se admirar que os custos das obras cheguem próximo aos R$ 100 BILHÕES.

Considerado o valor atual (R$ 26,5 bilhões), o país vai custear 85,5% das obras relacionadas ao evento. O dinheiro vem dos governos federal, estaduais e municipais. 

Copa do mundo de matemática

Tire suas próprias conclusões do porque essas crianças não são valorizadas, mesmo quando demonstram seus mais profundos esforços em ser, matematicamente falando, mais positivos para o mundo em que vivem.

Será que os políticos e as mídias sabem que se fizeram a divulgação dessas informações e dar méritos para tais pequeno gênios, eles começariam a perder ainda mais seu reinado, pois estariam estimulando cada vez mais crianças a estudarem e  não a serem jogadores de futebol?

“Uma mente pensante jamais se rende ao pensamento de outros sem antes avaliar a real profundidade de seus pensamentos e de ter a certeza que não está sendo utilizada para o mal…”

 

Por onde andam os senhores “Joseph Blatter”, dos investimentos em educação?

Enquanto VOCÊ grita gol, é isso que esta ocorrendo longe das sua folia regada a copos de cerveja…

Copa do Mundo pra que

Muito Além do feriado do Trabalho – 1º de Maio

Como quase tudo na vida que surge como algo diferenciado e revolucionário em prol da sociedade o governo, sempre da um jeito de reverter as revoluções a seu favor, mas isso, somente por homissão de direitos do cidadão de que desiste de suas lutas por medo ou se acomoda em sua preguiça.

Conheça a verdadeira história sobre o feriano do dia 1º de Maio, dia do Trabalho, escrita por BERNARDO KOCHER, professor de História da Universidade Federal Fluminense (UFF) e autor da dissertação “Luto-Luta: O Primeiro de Maio no Rio de Janeiro (1890-1940)” (UFF, 1987).

 

Foi-se o proletariado. Sobrou o feriado.

No Dia do Trabalho não se trabalha. Esta homenagem às avessas vigora em boa parte do mundo capitalista. O 1º de maio hoje é vivido por muitos apenas como mais um feriado no calendário, mas sua criação foi fruto de uma história de lutos e lutas da classe operária.

As referências simbólicas desse período do ano vêm de longe. Os romanos festejavam entre 30 de abril e 3 de maio as “floralias”, festa dos cereais e das flores. A Idade Média manteve viva a tradição, em comemorações pela “expansão da primavera” ou o “signo da alegria”. Ainda no século XVI, surgiu a primeira associação da estação com o mundo do trabalho, quando legislações corporativas instituíram a jornada de trabalho de oito horas. Foi o caso da legislação de Felipe II, da Espanha, que estabeleceu este direito para os mineiros em 1573 e para os demais trabalhadores em 1593.

No século XIX, esta simbologia foi retomada pelo proletariado moderno, que começava a se organizar. Antes mesmo da consagração da data, reivindicações trabalhistas se inspiravam naquele período do ano. O movimento de padeiros irlandeses contra o trabalho noturno e o dominical no século XIX resultou nos “comícios de maio”, como os descreveu Karl Marx (1818-1883).

Mas foi nos Estados Unidos que se consolidou o moderno significado do 1º de maio, numa série de manifestações que culminaram em tragédia. Em 1832, a jornada de oito horas foi a principal reivindicação das greves que estouraram em Boston, na Filadélfia e em Nova York. Três décadas depois, os operários ainda lutavam pela mesma causa, tanto é que em 1869 criaram a “Liga pelas Oito Horas”. Apesar da crescente organização da classe, as condições de vida dos trabalhadores ficaram ainda piores com a depressão econômica que assolou os Estados Unidos entre 1884 e 1885. A situação se tornou tão calamitosa que em 1886 foi convocada uma greve geral para 1° de maio, usualmente o dia nacional da renovação dos contratos de trabalho. No dia 3, cerca de seis mil operários que permaneciam em greve se reuniram em frente à fábrica Mc Cormick Harvest Works, em Chicago. A manifestação, a princípio, era pacífica, mas a polícia resolveu intervir com violência. Graves incidentes deixaram um saldo de seis mortos e 50 feridos. No dia seguinte, operários anarquistas convocaram, com autorização oficial, um ato de protesto contra a ação da polícia. No meio do comício, uma bomba foi arremessada na direção de policiais que tentavam dispersar a multidão.

O episódio desencadeou uma perseguição a líderes do movimento operário. Depois de um processo suspeito, com caráter marcadamente político, sete deles foram condenados à morte por enforcamento e outro, a quinze anos de prisão.

A luta pela comprovação da inocência dos acusados transformou os “oito mártires de Chicago” em símbolo mundial da injustiça do Estado capitalista contra uma classe trabalhadora oprimida. Ainda mais depois que cinco deles foram, de fato, executados. O incidente americano teve influência crucial nos rumos da 2ª Internacional dos Trabalhadores, organização criada em Paris, em 1889, reunindo representantes operários de vários países sob orientação marxista. Neste congresso, a entidade decretou o 1° de maio como Dia Internacional do Trabalho. A data nasce sob o signo da revolta e da luta.

Em torno dela, os operários passaram a promover um grande número de atividades políticas, sociais e culturais — comícios, greves, passeatas, poesias, peças de teatro, bailes, caricaturas etc. — canalizando a pressão pela melhoria de suas condições de vida. O ponto de partida era, ainda, a necessidade de uma jornada de trabalho de oito horas, que lhes permitiria oito horas de lazer e outras oito de descanso.

As manifestações chegaram ao Rio de Janeiro, então capital do Brasil, justamente no período de transição do Império para a República. O novo regime criou a expectativa de que vários direitos de cidadania seriam adotados, e as manifestações que o movimento operário local promoveu entre 1890 e 1906 refletiram esta esperança. Os trabalhadores braçais foram os que mais se interessaram pela proposta, já que não tinham qualquer proteção social nas suas relações com o patronato.

Pouco numerosa e ainda fortemente vinculada ao passado escravista, a classe trabalhadora carioca adotava uma atitude respeitosa na forma de fazer suas demandas. Nas primeiras comemorações do 1º de maio no Brasil, os manifestantes começavam o dia com uma salva de tiros ou de fogos de artifício. Em seguida, uma comissão de operários ia ao cemitério para visitar túmulos de líderes e de antigos companheiros mortos. O sacrifício dos “oito de Chicago” era lembrado em clima de luto.

Outra parte expressiva das manifestações ficava por conta dos “préstitos”, desfiles em que cada categoria profissional carregava seu estandarte pelas ruas do centro da cidade, acompanhadas por bandas que tocavam músicas oficiais. Para a ocasião, os operários vestiam roupas de qualidade, muito diferentes dos trapos usados no ambiente de trabalho. Queriam ser reconhecidos não só pela sua profissão, mas como cidadãos comuns e civilizados, iguais aos demais. Mais do que buscar melhores condições de vida, tratava-se da reivindicação de um novo status social numa sociedade elitista e excludente.

Neste mesmo sentido, eram feitas visitas às redações dos jornais para divulgar a boa conduta da classe, e depois, geralmente havia um comício. À noite, as manifestações continuavam nas sedes sociais das entidades de classe, intercalando comícios e sessões solenes com atividades de lazer.

Mas as reformas políticas e sociais esperadas do novo regime não vieram. Por conta disso, as manifestações do 1º de maio sofreram profundas mudanças. Com o 1º Congresso Operário Brasileiro, entre 15 e 20 de abril de 1906, uma nova orientação torna-se predominante nas formas de se celebrar a data. A tendência do período anterior é invertida: o luto se transforma em luta.

Um jornal editado por trabalhadores do setor gráfico, publicado em 1916, traduz essa mudança de tom no discurso operário brasileiro, ao tentar convencer seus leitores do novo significado do 1° de maio: “Companheiros, hoje não é dia de festas, foguetórios, bailes, etc… mas sim um dia de protesto, de irmos pedir aos senhores conta do sangue de nossos irmãos derramado por nossa redenção a estes senhores desta sociedade sem igualdade e sem liberdade”. Esta era a ótica dos anarcossindicalistas, para quem a greve deveria ser a forma preferencial de manifestação dos trabalhadores. Esta corrente política foi responsável pela mudança, duradoura, do eixo no qual as manifestações de 1º de maio passaram a se inspirar: era um dia de LUTO, não de LUTA, como até então vinha sendo defendido por setores do operariado.

Embora hegemônica, a interpretação dos anarcossindicalistas para o 1º de maio não era a única. “O Congresso aconselha aos operários e respectivos sindicatos que, no caso em que essa data seja decretada dia feriado, iniciem uma forte propaganda no sentido de patentear a incompatibilidade da adesão do Estado a tal manifestação, que é revolucionária e de luta de classes, apontando o seu trágico epílogo a 11 de novembro de 1887”.

Ao longo dos anos 1910 e 1920, a disputa pelo significado da data ocorreu em ambiente de conflito aberto: as áreas não-operárias não buscavam mais conciliação com o discurso dos trabalhadores, e elaboravam outras interpretações. Nesta direção atuaram a imprensa, o Estado e até a Igreja.
Bendito o 1º de Maio, que nos trazes contigo a alegria das flores, o consolo da prece e o descanso festivo dos que trabalham. (Correio da Manhã, 1/5/1911).

É que ela – a data de 1º de Maio – deixou de ser uma simples comemoração dos mártires de Chicago, sacrificados em holocausto aos interesses vitais das classes trabalhadoras, para se transformar numa homenagem da própria Civilização aos seus maiores obreiros, quer mourejem no interior das fábricas e oficinas, quer laborem na liberdade dos campos e dos mares. Pode-se dizer, portanto, que o socialismo a instituiu como a marca inicial de suas reivindicações, e a sociedade aceitou como a festa simbólica de sua gratidão. (A Razão 1/5/1918)


A luta para se definir o significado do 1° de maio se tornaria ainda mais intensa a partir dos anos 1920, quando o comunismo substituiu o anarcossindicalismo na preferência dos operários. Com a ascensão do regime comunista na Rússia em 1917 – e mais tarde no restante da Europa Oriental, após a Segunda Guerra Mundial –, a data ganhou fortes contornos políticos. Enquanto a classe operária conclamava seus companheiros à luta, setores mais conservadores davam outro tratamento à efeméride. Em maio de 1929, o jornal Correio da Manhã publicava uma visão religiosa do feriado, em resposta à influência comunista: “Ontem, os trabalhadores que ainda não se deixaram seduzir pelas utopias comunistas foram à tarde à matriz de Sant’Anna (…). Que ensinamentos lhes terá comunicado o Filho do Carpinteiro?”

Somente na Era Vargas seria elaborado um discurso unificado sobre o 1° de maio no Brasil. O curioso é que esse discurso foi modelado pelo Estado, e não pela sociedade civil. Levantando a bandeira trabalhista, o governo instaurado em 1930 se apropriou da data e a utilizou para fins políticos – para não dizer propagandísticos. Paralelamente às políticas concretas — jornada de oito horas, férias, carteira de trabalho e criação do Ministério do Trabalho —, Vargas investiu em um novo caráter subjetivo para o 1º de maio, afastando-se do significado inicial dado pelos operários à data. O protagonista não é mais o operariado, e sim o Estado, o desenvolvimento econômico, a Nação e o seu dirigente máximo.

Foi uma década de repressão ao movimento operário livre e de instituição de sindicatos atrelados ao Estado. Para regular as atividades do movimento operário, e o mercado de trabalho de forma mais ampla, os sindicatos passaram a ser controlados por normas oficiais, criou-se a carteira de trabalho e foi instituída a Consolidação das Leis do Trabalho. A partir de 1939, o Dia do Trabalho consolidou-se como festividade oficial, conduzida pelo governo. As manifestações passaram a contar com pomposos discursos do presidente no recém-construído estádio do Vasco da Gama. Após a execução do Hino Nacional, postados em torno de um círculo que a todos igualava simbolicamente, Getulio Vargas assim se dirigia ao povo:
Todo trabalhador, qualquer que seja a sua profissão, é (…) um patriota que conjuga o seu esforço individual à ação coletiva em prol da independência econômica da nacionalidade. O nosso progresso não pode ser obra exclusiva do governo, e sim de toda a Nação, de todas as classes, de todos os homens e mulheres que se enobrecem pelo trabalho, valorizando a terra em que nasceram.
(…)
A sociedade brasileira felizmente repele, por índole, as soluções extremistas. Corrigidos os abusos e imprevidências do passado, poderemos encarar o futuro com serenidade, certos de que as utopias ideológicas, na prática verdadeiras calamidades sociais, não conseguirão afastar-nos das normas de equilíbrio e bom senso em que se processa a evolução da nacionalidade. (Correio da Manhã, 3/5/1940).

Nem luto, nem luta. O 1º de maio nunca mais seria o mesmo no Brasil. E no mundo, também não. As décadas recentes nos afastaram do significado político que lhe deu origem. Isto se deve, por um lado, à derrocada da União Soviética e dos regimes comunistas do Leste europeu, e, por outro, às novas formas de produção: flexível e volátil, o capitalismo globalizado disseminou fábricas por vastas regiões do planeta, articuladas pela informática e pelos meios de comunicação. Este processo desconstruiu o proletariado industrial típico dos séculos XIX e XX, disseminando a produção industrial por vários continentes do planeta, alcançando a Ásia.

Foi-se o proletariado. Sobrou o feriado.

Saiba Mais Sobre o 1º de Maio – Livros:
ABENDROTH, Wolfgang. A História Social do Movimento Trabalhista Europeu. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
DEL ROIO, José Luiz. O 1º de Maio. Cem Anos de Luta. 1886-1986. São Paulo: Global, 1986.

DOMANGET, Maurice. Historia del Primero de Mayo. Buenos Aires: Editorial América, 1956.

ELEY, Geoff. Forjando a democracia. A história da esquerda na Europa, 1850-2000. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2005.

 

Fonte – Mania de História 

Até que você acorde, nós lutaremos por VOCÊ!

The Wall

Destrua os Muros da ignorância!

Não seja apenas mais um alicerce-se de manipulação do sistema.

Não crie barreiras, entre você se seus semelhantes na luta pela evolução.

Saia fora da linha tênue da obsolescência programada.

Propague o conhecimento do bem.

Se esqueça do conhecimento do mau.

Seja o muro de resistência contra a desigualdade e opressão.

Destranque as portas da sua mente!

E sejam bem vindos a máquina da revolução!

 

Bem vindos ao Brasil

Bem Vindo ao Brasil

Fonte: Movimento Contra Corrupção

14º CBMC – Convenção Brasileira de Malabarismo e Circo

Um panorama geral do maior evento de malabarismo e circo do Brasil em 2012. A 14ª Convenção Brasileira!

Esse ano aconteceu em São João del Rei, Minas Gerais dos dias 14 ao 18 de Novembro.

Se você é um aficionado por malabarismo e circo e assim como eu e não pôde estar presente neste ambiente onde reina a alegria e a magia, confira o vídeo release do evento.

MALABARIZE-SE!

Paraísos Artificiais – Official Trailer

Saiu ontem o trailer oficial de "Paraísos Artificiais" novo filme de Marcos Prado. O filme, feito pelos mesmos produtores de Tropa de Elite, se vende como "a primeira produção sobre a geração êxtase".

A estreia está marcada para o dia 27 de abril de 2012.

 

Sinopse e detalhes

Erica (Nathalia Dill) é DJ de relativo sucesso e muito amiga de Lara (Lívia de Bueno), Juntas, durante um festival onde Erica trabalhava, elas conheceram Nando (Luca Bianchi) e por razões diferentes se apaixonaram por ele. Agora, esse triângulo amoroso regado a música eletrônica e dentro de um universo estrelado por drogas sintéticas precisa ser resolvido pelo trio, mexendo com os sentimentos, as escolhas e intuições de todos os envolvidos.

Vamos aguardar o filme sair para poder ter algum julgamento a favor ou contra e se será bom ou ruim o metódo de abordagem que foi aplicado para a cena Trance.

3ª Convenção Baiana de Malabarismo, Circo e Arte de Rua

3º convenção baiana de malabarismo na BA

 

 

Marca da primeira convençãoApós o sucesso das edições anteriores da Convenção Baiana de Malabarismo, Circo e Arte de Rua em Salvador, a Malabares Mágicos realiza mais uma edição do evento que, dessa vez, acontece no Vale do Capão. Com projeto contemplado pelo Demanda Espontânea do Fundo de Cultura 2011, o evento conta com uma programação diversificada que inclui espetáculos, oficinas, lançamentos de livros, mesas redondas, cortejos e festejos.

        A 3ª Convenção Baiana de Malabarismo, Circo e Arte de Rua acontece no período de 25 a 29 de janeiro de 2012 no Circo do Capão (Vale do Capão – Chapada Diamantina/Bahia). Para participar do evento os interessados deverão se inscrever no site da Convenção, mediante pagamento da taxa de R$ 70,00. A inscrição dá direito a participar de todas as atividades da Convenção, incluindo camping para todos os dias do evento, oficinas, espetáculos e festejos.

programacao da 3º convenção de malabarismo na BA

Maiores informações:

http://www.convencaobaiana.com.br/index.html

 
O que é uma Convenção de Malabarismo?

Termo técnico:

“As Convenções são uma ferramenta de extrema importância para o crescimento técnico e artístico do artista de Circo, da Arte de Rua e do Malabarismo no Brasil, na Bahia e no Nordeste, pois proporciona, um amplo e diversificado intercâmbio técnico e artístico entre os artistas. Estes têm a possibilidade de treinarem, estudarem e divulgarem suas linhas de pesquisa tanto para o público em geral, quanto para os outros participantes da Convenção.

As Convenções sempre contam com uma programação diversificada que inclui espetáculos, oficinas, lançamentos de livros, mesas redondas, cortejos e festejos."

 

Termo de Malabarista:

“Um bando de desequilibrados sustentando a alegria da leveza de ser. Uma Reunião de artistas que provam que tudo que é sólido desmancha no ar”.     (José Araripe).

 

        Venham ser cúmplice na realização desse sonho que nunca foi de um só!

malabares pro alto

Daniel Korne–Luminotecnia @ UP#11

IMG_3968Performance de luminotecnia, elaborada com muita dedicação ao Festival Universo Paralello 11, a todos os meus amigos, e é claro para todo o publico presente que estava a vibrar pela apresentação.

Nesta performance, pude apresentar tudo que dediquei-me a aprender em 5 anos de treino com malabares denominados POI’s.

E novas surpresas virão para as próximas apresentações… aguardem…

Esta performance fora realizada ao som do DJ ELEMENT, ao qual o set completo apresentado nesta noite, disponibilizo a seguir, set este, que está disponível para download:

https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F33574741 ELEMENT @ Universo Paralello Festival #11 (Jan.2012) by elementmus

 

Nota: Infelizmente, não foi possível filmar toda a performance, por conta de alguns problemas ocorridos com a câmera.

Paralelo do Paralello # UP 11

Apenas um resumo de tudo que representa para mim, e pelo visto, para muitas outras pessoas…

 

Por Lucas Cembranelli